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Meta é criticado por supostamente amordaçar Daniel Motaung

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Em abril, o Equity Group, o maior banco da África Oriental em ativos e depósitos, e o governo queniano organizaram uma delegação empresarial à República Democrática do Congo (RDC) para marcar a entrada do país na Comunidade da África Oriental. Com uma população de 90 milhões de pessoas, a República Democrática do Congo tornou-se o maior membro do bloco, elevando o PIB coletivo da EAC de US$ 193 bilhões para US$ 240 bilhões. As 26 empresas quenianas que fizeram parte da missão comercial comprometeram KES 185 bilhões (US$ 1,6 bilhão) em investimentos para a RDC.

A participação do setor privado na discussão da integração regional marca uma expansão simbólica de um campo geralmente dominado pela política. Sérgio Pimenta, vice-presidente regional para África da International Finance Corporation (IFC), um dos primeiros investidores do Equity Bank e também apoiador da recente delegação comercial da RDC, sublinhou esse ponto numa entrevista recente: “A integração africana não é nada mais do que uma discussão política. É uma discussão do setor privado também. O setor privado está ciente de que para liberar todo o potencial da África, isso deve ser feito em nível regional.”

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