Cidadania

Os Glazers vão vender o Manchester United? — Quartzo

Para o Manchester United, tornou-se praticamente um ritual anual, como as panquecas na quarta-feira de carnaval. Todos os anos, sem falta, a família Glazer – dona do clube de futebol inglês – nega querer se desfazer de toda ou parte de sua participação. Não, um maluco da família explicará aos repórteres que os rumores não são verdadeiros: os Glazers não têm planos de vender o Manchester United.

Este ano parece diferente. Depois que a Bloomberg deu a notícia em agosto de que os Glazers estavam pensando em vender uma participação minoritária, não havia como negar. O preço das ações disparou fortemente. Jim Ratcliffe, o magnata da química e o homem mais rico da Grã-Bretanha, disse que estaria interessado. O mesmo aconteceu com a Apollo Global Management, o grupo de private equity. Elon Musk tuitou que ele também estava comprando o clube, embora isso não signifique muito hoje em dia.

Acionistas e analistas acompanharão os resultados do quarto trimestre do Manchester United em 22 de setembro para ver em que situação o clube está e que tipo de preço uma venda de participação pode alcançar. Quanto ao futebol, foi uma corrida ruim; No ano passado, o Manchester United passou pela quinta temporada consecutiva sem troféus, a sequência mais longa em décadas. Os livros do clube estão carregados de dívidas e as despesas aumentaram; Só os salários custarão ao Manchester United £ 252 milhões (US $ 285 milhões) em 2022. As ações caíram 28% ano a ano. O estádio precisa de reparos, que podem custar até £ 1,5 bilhão. Quem pode culpar os Glazers por quererem vender?



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