Cidadania

Declarações de emergência climática cobrem 14% da população mundial — Quartz

O presidente dos EUA, Joe Biden, está sob pressão para declarar uma emergência climática nacional e liberar recursos federais para combater o aumento das temperaturas globais. A medida colocaria os EUA na companhia de 18 outras nações e da UE, que fizeram a terrível declaração.

Já 14% da população mundial está sob algum tipo de reconhecimento formal de emergência climática, de acordo com a Cedamia, uma organização criada por ativistas ambientais para rastrear declarações.

A primeira emergência climática foi declarada em 2016 pela cidade de Darebin, na Austrália. Existem agora pelo menos 2.248 governos em todo o mundo, de pequenas cidades a países inteiros, que aprovaram moções vinculativas declarando uma emergência climática. As populações dessas áreas são superiores a um bilhão, o que significa que mais de 1 em cada 10 pessoas vive em uma zona de emergência designada.

Não há definição compartilhada de emergência climática

Para algumas jurisdições, uma declaração de emergência climática é o reconhecimento legal de um desastre imediato e uma forma de acessar dinheiro para combater os efeitos; para alguns, significa compromissos para reduzir o impacto das mudanças climáticas; e para outros é um reconhecimento simbólico de uma ameaça existencial.

Comunidades em 39 países reconheceram uma emergência. Nas últimas duas semanas, o Conselho do Condado de North Yorkshire e o Conselho da Cidade de Swindon, no Reino Unido, fizeram declarações de emergência climática, assim como a cidade de Hiroshima, no Japão.

Mas os maiores emissores do mundo não seguiram o exemplo. Apenas 13% da população dos EUA está sob algum tipo de declaração de emergência climática, e nenhum município na China fez uma chamada semelhante.

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