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Covishield da Índia enfrenta desafios na UE e Covaxin no Brasil – Quartz India

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As altamente celebradas vacinas “caseiras” da Índia não estão obtendo a validação internacional que desejam e estão deixando o governo indiano furioso.

Ontem (30 de junho), a Índia se recusou a reconhecer o certificado digital Covid da UE até que inclua as vacinas indianas Covishield e Covaxin.

Essa raiva vem depois que a UE listou a vacina da AstraZeneca chamada Vaxzevria entre as quatro vacinas aceitas, mas a versão idêntica feita na Índia, chamada Covishield, não estava na lista.

O certificado digital Covid da UE permitirá que as pessoas entrem no bloco ou viajem sem restrições dentro de suas fronteiras, a partir de hoje (1º de julho).

A implicação de excluir as vacinas feitas na Índia é de longo alcance, já que a maioria das pessoas totalmente vacinadas no país e na África, que até agora receberam 30 milhões de doses de Covishield por meio do programa Covax, estão preparadas para enfrentar dificuldades em viajar para a Europa.

Captura de tela do Twitter

Folga do certificado Covid da UE.

Índia vai chegar a acordo recíproco de vacina com UE

A Índia disse que assim que a UE aceitar ambas as vacinas indianas, isentará os cidadãos da UE da quarentena obrigatória quando viajarem para a Índia.

É uma espécie de ameaça vazia, considerando que o país suspendeu os voos internacionais até 31 de julho, e a UE tem dissuadido seus cidadãos de viajarem para a Índia por causa da perigosa variante do delta. Mesmo em tempos pré-pandêmicos, mais indianos faziam fila para obter vistos Schengen para países europeus do que o contrário.

Mas a postura dura do governo é sábia. Como Covishield se baseia na fórmula de Oxford, presumia-se que receberia luz verde fora da Índia. Vários estudantes, profissionais em atividade e atletas que viajam para o exterior lideraram as fileiras no lançamento da vacina do país para receber Covishield nos últimos meses.

Adar Poonawalla, CEO da maior fabricante mundial de vacinas e fabricante de Covishield, o Serum Institute of India (SII), tem “certeza” de que a UE liberará Covishield para o passe verde em um mês.

Mas um aceno internacional para a Covaxin pode ser uma pergunta difícil. O fabricante da vacina, Bharat Biotech, não divulgou os dados completos dos ensaios clínicos ou foi aprovado pela Organização Mundial de Saúde.

Covaxin no brasil

Apesar dos atrasos na obtenção de aprovações, a empresa sediada em Hyderabad tentou expandir sua rede em todas as áreas, começando com sua primeira exportação global para o Brasil. Mas um escândalo de corrupção na nação sul-americana pode fazer mais mal do que bem.

Em 29 de junho, o ministro da saúde do Brasil, Marcelo Queiroga, anunciou que o país suspenderia seu negócio de US $ 324 milhões para comprar 20 milhões de doses de Covaxin da Bharat Biotech. O presidente brasileiro Jair Bolsonaro está sendo investigado por irregularidades na compra da vacina, incluindo a escolha da Covaxin em vez da Pfizer mais barata e a busca de pagamentos apesar dos atrasos na entrega.

O presidente brasileiro, Bharat Biotech, e Precisa Medicamentos, um parceiro da Bharat Biotech no Brasil, negaram qualquer irregularidade. Mesmo que a investigação finalmente dê a todos uma nota limpa, o dano à reputação já está em andamento.

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